16 de agosto de 2013
     
 
   
Investimentos Estruturantes
14/8/2013 - Ambev anuncia aporte de R$ 580 mi no Paraná 
DCI
14/8/2013 - PR quer a fábrica da Tirol nos Campos Gerais 
Diário dos Campos
14/8/2013 - Rede de distribuição ganha reforço no Centro-Oeste 
Jornal do Oeste
16/8/2013 - Ampliação da Subestação Cascavel Oeste reforça transmissão de energia 
"Foi realizada com sucesso na quinta-feira (15) a energização da Subestação Cascavel Oeste"
Jornal do Oeste


Políticas Públicas
9/8/2013 - Assessor da SAE se reúne com representantes do setor florestal no Paraná 
SAE
9/8/2013 - Faltam aterros sanitários em 60% dos municípios do Oeste 
Jornal do Oeste
11/8/2013 - Fronteiras abertas para o leite 
"Verdadeira obsessão nos Campos Gerais, o constante investimento em qualidade e em tecnologia abre caminho para avanço na produção e na renda"
Gazeta do Povo
12/8/2013 - "Direto de Brasília": Prefeitos têm que apoiar pequenos negócios 
DCI
16/8/2013 - Recursos serão liberados para fomento de pesquisa científica 
Agrolink


Legislação
10/8/2013 - Prazo para abrir empresa deve cair para cinco dias 
"Ministro diz que força-tarefa visa a reduzir a burocracia nos negócios"
O Globo


Emprego e Renda
9/8/2013 - Emprego na indústria paranaense cresce 0,63% em junho 
"Repetindo o bom desempenho de maio, o segmento têxtil foi o que apresentou o maior crescimento no meio industrial, com um avanço de 13,74%"
Gazeta do Povo
14/8/2013 - Londrina tem queda na desigualdade de renda 
"Estudo revela redução de seis pontos na concentração de renda entre 2000 e 2010; especialistas apontam programas sociais como principais fatores deste resultado"
Gazeta do Povo


Crescimento da Produção
9/8/2013 - Produção industrial do Paraná fecha semestre com alta 
Diário dos Campos
12/8/2013 - Três franquias são abertas por hora, diz pesquisa 
"De acordo com pesquisa elaborada pela Rizzo Franchise, foram instaladas 4.591 franquias até junho deste ano"
Exame PME
12/8/2013 - Braspag: Comércio eletrônico cresce 33% no Dia dos Pais 
Bem Paraná
13/8/2013 - Comércio do Paraná cai em junho, mas fecha semestre em alta 
"Combustíveis (23,37%), supermercados (13,89%) e móveis e utilidades domésticas (10,83%) têm os melhores desempenhos do ano"
Gazeta do Povo
14/8/2013 - Clima causa perdas de 5% na safra de grãos do Paraná 
Valor Econômico
15/8/2013 - Faturamento das micro e pequenas empresas desacelera e cresce só 3,6% no 1º semestre 
"Até junho, faturamento chegou a R$ 268,6 bilhões em São Paulo"
Estadão PME


Inovação e Tecnologia
14/8/2013 - Entenda o que uma empresa fez para conquistar 5,7 milhões de fãs nas redes sociais em 6 meses 
Estadão PME
15/8/2013 - Microsoft aumentará preços de software no Brasil em setembro 
"Mudança deve ocorrer somente em softwares empresariais. Empresa não divulgou novos valores, mas confirmou aumento."
G1
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Ambev anuncia aporte de R$ 580 mi no Paraná
14/8/2013
DCI

SÃO PAULO

A Ambev confirmou ontem, ao lado do governador do Estado do Paraná, Beto Richa, e do prefeito de Ponta Grossa, Marcelo Rangel Cruz de Oliveira, o investimento de R$ 580 milhões destinado para a construção de uma nova fábrica da companhia na cidade.

Segundo a empresa, a unidade de Ponta Grossa será uma das mais modernas fábricas de bebidas do Brasil. Durante o período de obras, mais de mil novos postos de trabalho serão gerados na região, entre diretos e indiretos.

Quando concluída, a fábrica empregará cerca de 500 pessoas. Seu portfólio contará com cervejas, refrigerantes e outras bebidas não alcoólicas da Ambev. O início da produção está previsto para ocorrer no final de 2014.

"O Paraná é um estado estratégico para nós, porque tem localização privilegiada para distribuição de produtos. Além disso, reúne todas as condições necessárias para operação e implantação dos negócios", disse o vice-presidente de Relações Corporativas da Ambev, Milton Seligman.

Com a nova fábrica de Ponta Grossa, a Ambev aumentará ainda mais a sua força no Estado. A companhia está presente no Paraná desde 1912, quando foi inaugurada a Cervejaria Atlântica, em Curitiba, que depois passou a fazer parte da Brahma.

Além da fábrica na capital paranaense, a empresa de bebidas possui outra unidade fabril em Almirante Tamandaré e centros de distribuição direta em Curitiba, Francisco Beltrão e Londrina.

A filial de Ponta Grossa também marcará o retorno da centenária cerveja Original à sua cidade natal, criada em 1906 pela Cervejaria Adriática. Em 2012, o volume de vendas da companhia chegou a quase 170 milhões de hectolitros de bebidas e a receita líquida foi de R$ 32,2 bilhões. 

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PR quer a fábrica da Tirol nos Campos Gerais
14/8/2013
Diário dos Campos

Acreditando que o diálogo pode render a instalação de indústrias no Paraná, o governador do Estado, Beto Richa, disse ontem que acredita que a catarinense Tirol irá construir uma fábrica nos Campos Gerais.

Segundo o governador, que acompanhou ontem em Ponta Grossa o lançamento da pedra fundamental da Ambev, dois municípios da região estão disputando o investimento da Tirol. “A informação que eu tenho é que Irati e Ipiranga estão negociando com esta empresa”, conta.

Para o governador, os dois municípios têm condições de receber a planta fabril. “O Paraná tem naquela região mão de obra qualificada, boa bacia leiteira, grandes produtores e água em abundância que é outro fator importante para a decisão da Tirol, mas é decisão da fábrica a instalação e uma negociação deles com os municípios”, diz.

O governador acredita ainda que quando a Tirol anunciou o interesse pelo Paraná foi em razão do diálogo mantido com o governo e dos bons programas de incentivos oferecidos.

As conversações entre o Estado e a Tirol se iniciaram em julho último, quando a indústria demonstrou interesse em construir uma fábrica de processamento de leite e derivados. Na época, a empresa adiantou que seriam gerados 500 empregos diretos e cinco mil indiretos. 

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Rede de distribuição ganha reforço no Centro-Oeste
14/8/2013
Jornal do Oeste

A Copel iniciou a instalação de uma linha de transmissão entre Ubiratã e Mamborê, na região Centro-Oeste do Paraná. O investimento na nova rede e na ampliação das subestações existentes nos dois municípios chega a R$ 15,6 milhões.

A nova linha evitará cortes de carga na subestação Ubiratã em situações de emergência, melhorando as condições de operação da rede elétrica e a qualidade do fornecimento de energia na região.

Serão beneficiados mais de 27 mil consumidores, entre hospitais, grandes e pequenas indústrias, estabelecimentos comerciais e residências, no município de Ubiratã e localidades próximas como Campina da Lagoa, Nova Cantu e Juranda.

As obras estão em fase de escavação e preparação de fundação para as 149 torres metálicas e quatro postes que serão implantados ao longo dos 55 quilômetros da linha.

O empreendimento deve ser concluído até fevereiro de 2014. Inicialmente, o sistema vai funcionar na tensão de 69 kV (mil volts), mas já será construído com estrutura para operar em 138 kV no futuro. 

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Ampliação da Subestação Cascavel Oeste reforça transmissão de energia
16/8/2013
Jornal do Oeste

Foi realizada com sucesso na quinta-feira (15) a energização da Subestação Cascavel Oeste, reforçando a transmissão de energia no Paraná. A obra de ampliação teve investimentos de R$ 28 milhões e vai beneficiar uma vasta região, que inclui todo o Sudoeste e o Oeste do Estado.

“O Paraná está fazendo investimentos importantes para melhorar sua infraestrutura, garantindo qualidade no fornecimento de energia para a população e para a instalação de novas empresas”, disse o governador Beto Richa.

Localizada entre Cascavel e Santa Tereza do Oeste, a Subestação Cascavel Oeste recebeu a instalação de um novo banco de transformadores, aumentando a potência de transformação de 1.200 para 1.800 MVA (megavolt-ampère).

Na prática, isso vai eliminar possíveis sobrecargas em situações de emergência (como no caso de desligamento de um dos transformadores) e permitir um aumento significativo da oferta de energia a novos consumidores. “Este investimento é estratégico para o atendimento adequado daquela macrorregião, que vem demandando aportes de energia cada vez maiores como consequência do crescimento econômico acelerado”, afirma o presidente da Copel, Lindolfo Zimmer.

A ampliação de Cascavel Oeste vai proporcionar à Copel uma receita anual de R$ 4,2 milhões. Até o primeiro semestre de 2014, a Copel tem previsão de concluir obras na rede de transmissão no Paraná que devem acrescentar 1.200 MVAs de potência de transformação às subestações (incluindo os 600 MVAs de Cascavel Oeste) e 134,9 km de linhas de transmissão de 230 kV (incluindo obras autorizadas e concessões). Esses empreendimentos somam R$ 138 milhões em investimentos e proporcionarão à Copel uma receita anual (RAP) total de aproximadamente R$ 18,5 milhões.

A SUBESTAÇÃO

Localizada na Estrada Linha Peroba (acesso pelo km 601 da BR 277) a Subestação Cascavel Oeste recebe e processa energia elétrica oriunda das usinas Governador José Richa (Salto Caxias) e Itaipu, além da subestação Ivaiporã.

A energia chega na tensão de 525 kV (mil volts) e, nos três bancos de transformadores, tem o nível de tensão rebaixado para 230 kV, permitindo que seja transportada a outros municípios e estados através da vasta rede de transmissão já existente.

Atualmente, partem da subestação Cascavel Oeste cinco linhas de transmissão em 230 kV. Mais duas estão em construção para conectá-la às subestações Cascavel Norte e Umuarama Sul – esta última irá fortalecer também o suprimento de energia ao noroeste do Paraná. 

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Assessor da SAE se reúne com representantes do setor florestal no Paraná
9/8/2013
SAE

O assessor em Desenvolvimento Sustentável da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE), Fernando Castanheira, participou, nos dias 7 e 8 de agosto, de uma série de reuniões com representantes do meio acadêmico e dos setores público e privado em Curitiba, Paraná, para dar continuidade às discussões sobre as questões relacionadas ao desenvolvimento da Política Brasileira de Florestas Plantadas. O objetivo foi mapear as iniciativas locais voltadas ao desenvolvimento do setor e fazer um levantamento dos principais problemas enfrentados.

O representante da SAE discutiu a Política com representantes da Secretaria de Agricultura do Paraná e conheceu a estrutura do órgão, que possui um departamento específico para o setor de florestas. “Essa é uma inovação. Normalmente a área florestal está vinculada às agendas ambientais. O Paraná é um dos poucos estados que possuem uma Secretaria de Agricultura com um departamento específico de florestas. Eles possuem uma forte atuação na área florestal, daí a importância em dialogar com o estado. Eles viram na Política uma grande oportunidade para resolver grande parte dos gargalos existentes”.

Um dos principais problemas colocados pelos representantes do setor no estado, segundo Castanheira, é de natureza institucional. Para eles, o setor não possui uma referência normativa e de políticas públicas dentro do governo federal. “De fato, essa situação acaba interferindo em nível estadual. Justamente no âmbito federal que são fornecidas as linhas gerais das políticas públicas para o segmento, e hoje essa política é fragmentada”.

O desenvolvimento de um acordo de cooperação técnica entre a SAE e a Embrapa também foi debatido por Castanheira, em reunião com representantes da Embrapa Florestas, instituto responsável por coordenar a Câmara Técnica Especializada sobre Florestas Plantadas, da SAE. O acordo terá como foco a segunda fase do projeto de florestas plantadas, desenvolvido pela SAE com base no Plano Nacional de Desenvolvimento Florestal.

Entre as ações previstas, estão a elaboração do Plano e a criação de um pacote de iniciativas voltadas para as áreas de ciência e tecnologia. “Outro problema enfrentado pelo setor é que não temos uma política de ciência e tecnologia para a área florestal. Queremos criar o pacote e dar início à estruturação de uma política de ciência e tecnologia de florestas plantadas. Todas essas ações estarão contempladas na Política Brasileira de Florestas Plantadas”.

Castanheira encontrou-se ainda com pesquisadores da Embrapa Florestas para tratar de questões relacionadas ao zoneamento de aptidão florestal brasileiro, um importante orientador para a formulação de políticas públicas, afirma o assessor. “A concessão de crédito florestal ou de crédito agrícola poderá tomar o zoneamento como referência, uma vez que ele indica o tipo de plantio mais indicado para uma determinada região. É uma segurança para o investidor. Essa será uma parceria entre a SAE, o Ministério da Agricultura, Abastecimento e Pecuária e a Embrapa, com o apoio de algumas universidades brasileiras”.

De acordo com o representante da SAE, a ideia é desenvolver um conjunto de informações para orientar o investidor e principalmente o pequeno e médio produtor sobre o que plantar, onde, e como reduzir os riscos e otimizar a produção.

 

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Faltam aterros sanitários em 60% dos municípios do Oeste
9/8/2013
Jornal do Oeste

A Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos realizou, nesta sexta-feira (9) em Cascavel, a quinta conferência macrorregional de meio ambiente, para ouvir propostas relacionadas ao gerenciamento dos resíduos sólidos no Oeste do Paraná. Dos 35 municípios representados no evento, apenas 14 têm aterro sanitário, conforme recomenda a Política Nacional de Resíduos Sólidos.

A maioria dos municípios deposita usam lixões a céu aberto ou aterros controlados - uma categoria intermediária entre o lixão e o aterro sanitário, sem base impermeabilizada, nem sistema de tratamento do chorume ou do biogás.

Os números mostram que 60% dos municípios do Oeste do Paraná têm que corrigir o depósito e o tratamento do lixo até agosto do ano que vem, prazo estipulado por lei federal. Eles têm duas opções: construir o seu próprio aterro sanitário ou trabalhar de forma consorciada com um município próximo que tenha aterro.

O cenário verificado na região Oeste acompanha o do Estado: dos 399 municípios do Paraná, 214 ainda destinam inadequadamente os resíduos gerados. “Uma das prioridades da Secretaria do Meio Ambiente é justamente auxiliar os municípios paranaenses no gerenciamento do lixo”, enfatizou o secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Paraná, Luiz Eduardo Cheida.

DISCUSSÕES

O presidente do Instituto das Águas do Paraná, autarquia da Secretaria do Meio Ambiente, Márcio Nunes, afirmou que a união dos municípios na formação dos consórcios para gerenciar os aterros sanitários é imprescindível. “Também é preciso lembrar da responsabilidade de cada um. Atitudes simples como o consumo consciente e a separação correta do lixo, por exemplo, fazem grande diferença, pois melhoram a coleta, diminuem a quantidade de lixo e geraram renda com os materiais recicláveis”.

A escolha dos resíduos sólidos como tema central das conferências deste ano é diretriz do Ministério do Meio Ambiente. O principal objetivo é garantir a implementação da Lei 12.305/2010, que cria a Política Nacional de Resíduos Sólidos. São quatro eixos principais de discussão: produção e consumo sustentáveis, redução dos impactos ambientais, criação de emprego e renda e educação ambiental.

EXEMPLO

Foz do Iguaçu está entre as 14 cidades que têm aterro sanitário. Lá são depositadas cerca de 230 toneladas de lixo residencial e comercial por dia. Além disso, Foz possui um plano de saneamento e um plano municipal de resíduos.

“Somos a segunda cidade mais populosa da região e uma das maiores do Paraná. É nosso dever dar o exemplo. Já para as cidades pequenas, com menos de 50 mil habitantes, o desafio é muito maior, pois faltam recursos e subsídios técnicos. Por isso, apoiamos a formação de consórcios intermunicipais na nossa região para dar apoio aos municípios menores”, destacou o secretário de Meio Ambiente de Foz do Iguaçu, Ivo Borghetti.

Mesmo com estrutura sólida na gestão ambiental, Foz enfrenta desafios. “Ainda temos alguns gargalos, como a destinação de produtos como óleo, pneu e vidro, o que nem sempre é simples de resolver”, completou Borghetti.

Para Roseli Bartuze, técnica da Secretaria de Meio Ambiente de Foz do Iguaçu, o mais importante é conquistar o envolvimento de todos os setores da sociedade: “Isso por que a educação ambiental é o tema norteador da mudança de comportamento que tanto almejamos, que passa desde diminuir o consumo e separar o lixo até profissionalizar nossos quase mil catadores de materiais recicláveis, pois 750 ainda trabalham de forma irregular”, enfatizou. 

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Fronteiras abertas para o leite
11/8/2013
Gazeta do Povo

Numa frente, a extrema preocupação com a qualidade, que agrega valor ao leite quando o rendimento por animal chega perto de 40 litros diários e parece insuperável. Em outra ponta, os investimentos em novas tecnologias, com robôs que ordenham vacas até cinco vezes ao dia e acabam elevando a produção – e derrubando o mito de que não é possível superar as médias recordes. Para quem não quer ficar para trás, só resta seguir o rastro da pecuária leiteira dos Campos Gerais.

O cuidado com a qualidade é tradicional, mas se tornou verdadeira obsessão na região. Pecuaristas não medem esforços para produzir um leite com bons atributos, que rende 20% a mais na hora da venda.

O incentivo vem das cooperativas, por meio de um modelo de compra que vai além da busca por escala. “Nosso sistema de pagamento por qualidade é um dos mais agressivos do Brasil”, destaca Henrique Junqueira, responsável pela área de leite na cooperativa Castrolanda.

A primeira leiteria robotizada de que se tem notícia na América Latina foi implantada na Fazenda Santa Cruz de Baixo, em Castro, por Armando Rabbers. Com investimento de R$ 2,6 milhões, ele deixa as máquinas trabalharem e precisa apenas monitorar um computador. O próprio sistema, que funciona 24 horas por dia, manda mensagem por celular quando há algo errado. Ele chegou à linha dos líderes em produtividade e ainda quer avançar 2 litros por vaca ao dia.

Nos Campos Gerais, volume e qualidade são ponderados na conta que define o preço pago aos pecuaristas. E as cobranças não se referem apenas ao leite. Funcionários com carteira assinada e facilidade no acesso à propriedade são alguns dos atributos que contam pontos positivos.

“Não se pode mais monitorar somente as propriedades intrínsecas ao leite. Há uma série de fatores que os produtores precisam observar”, complementa Junqueira. As exigências são assimiladas com naturalidade. “Se você faz o trabalho bem feito e sabe que dá resultado, acaba virando uma rotina”, conta o pecuarista Luis César Stockler.

“Hoje tem se dado à qualidade a mesma importância que no passado era dada ao volume de produção”, aponta José Horst, gerente de produção leiteira da Associação Paranaense de Criadores de Bovinos da Raça Holandesa (APCBRH). Ele destaca que o diferencial do estado é confirmado pelo desempenho superior às metas traçadas pelo governo federal para o futuro do leite. “Há produtores que já estão nos patamares esperados para 2017”, indica.

O ganho no campo também beneficia consumidores e a indústria. “É consenso que um leite de melhor qualidade tem um rendimento muito maior”, aponta Letícia Mendonça, técnica da Embrapa Gado de Leite. Ela explica que, quando o leite é bom, produtos como o queijo prato são processados com agilidade maior e apresentam validade mais longa.

Campeões não medem esforços para melhorar

A rotina das fazendas guarda os segredos que garantem qualidade e alta produtividade à pecuária leiteira dos Campos Gerais. A dedicação é contagiante entre os membros da família Stockler, em Castro, que colecionam prêmios. O trabalho começa antes do amanhecer e envolve pai, mãe e três filhos, numa espécie de mutirão familiar.

A jornada tem início às 5 horas, quando ainda é noite. A primeira ordenha do dia termina duas horas depois, já com sol. Em seguida, é hora da limpeza dos equipamentos e da propriedade e do preparo da ração servida aos animais em semiconfinamento.

Tudo precisa estar pronto antes das três da tarde, quando é feita a segunda ordenha. Ao anoitecer, a família deixa tudo preparado para a ordenha do dia seguinte, quando o ciclo de produção recomeça. Soma-se a isso o monitoramento da saúde dos animais, os cuidados com a nutrição e a própria evolução genética do rebanho.

Não há folga em finais de semana nem em dias frios ou chuvosos. A carga de trabalho não dispensa zelo constante, que pode ser notado nos detalhes. Os donos chamam cada uma das 167 cabeças do rebanho pelo nome e notam facilmente mudanças no comportamento dos animais.

Com um rebanho bem tratado e uma propriedade organizada, pais e filhos conseguem produzir o leite de melhor qualidade entre todos os associados da Cooperativa Castrolanda, conforme o ranking de 2012. “Nossa vida é fazer isso, então precisa ser bem feito”, revela Mariele Stockler, 23, filha do meio. A família faturou também o primeiro de qualidade em sua faixa de volume de produção. Se conseguir esse feito três anos a fio, poderá manter o troféu na propriedade. E que venha o concurso 2013!

Programa vai funcionar como certificação

Depois de 19 segmentos da fruticultura, o leite será o primeiro item da pecuária a ingressar no programa Produção Integrada Agropecuária (PI Brasil), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Na prática, ficarão estabelecidos critérios desde a gestão da propriedade, com a promessa de agregação de valor à produção das fazendas aprovadas. A certificação deve começar ainda neste ano e será feita por empresas creditadas pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).

As normas técnicas de manejo do PI Brasil foram testadas nos últimos três anos nos Campos Gerais, região escolhida por sua tradição na atividade. O período de teste serviu para que especialistas indicados por diversas instituições de pesquisa e do setor produtivo executassem treinamentos e monitorassem a qualidade do leite e da água, e sugerissem eventuais mudanças de práticas e processos.

“O Paraná foi escolhido como base pelo prestígio e reconhecimento na qualidade do leite que produz”, disse Roberta Mara Zuge, veterinária da Ceres Qualidade Consultoria e Assessoria, que coordenou a norma do leite. Os critérios, com foco na sustentabilidade estão distribuídos em 17 grandes áreas, como segurança e rastreabilidade do alimento, bem estar e sanidade animal, saúde e segurança do trabalhador rural.

Laboratório

Testes ganham mais estrutura

O laboratório que testa 80% do leite do Paraná teve sua estrutura de análise dobrada com investimento de R$ 636 mil. A unidade fica em Curitiba e pertence à Associação Paranaense de Criadores de Bovinos da Raça Holandesa (APCBRH), que aguarda repasse R$ 490 mil pelo governo do estado para aquisição de equipamentos. Conforme José Horst, gerente de Produção Leiteira da associação, a capacidade de análise, que em 2006 era de 60 mil testes mensais, subiu para 360 mil testes.

Controle privado

Critérios valorizam cada gota de leite

As exigências sanitárias das cooperativas dos Campos Gerais – que concentram 14% da produção leiteira do Paraná – vão além dos critérios mínimos previstos na legislação e, automaticamente, estimulam a busca por maior rendimento. O cuidado com a qualidade favorece a produtividade, aponta Henrique Junqueira, responsável pela área na Cooperativa Castrolanda.

Os produtores são estimulados a reduzir a concentração de células somáticas no alimento. Concentração elevada indica a presença de enfermidades como a mastite, que afeta a glândula mamária e reduz a produtividade. Por meio da contagem bacteriana, controla-se a contaminação do leite por falta de higiene ou refrigeração. A identificação de resíduos químicos (como os de remédios antibióticos) depende de testes de laboratório.

O conforto do rebanho ganha atenção por garantir maior volume de leite. Limpeza, organização, instalação de ventiladores são apenas as primeiras providências.

5,5% do leite do Paraná sai de Castro, que alcança 210 milhões de litros ao ano e figura como líder nacional, conforme o IBGE (2011). Dos 20 municípios líderes, quatro são do Paraná: Castro, Carambeí, Marechal Cândido Rondon e Toledo. 

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"Direto de Brasília": Prefeitos têm que apoiar pequenos negócios
12/8/2013
DCI

Nesta semana, o ministro da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos, envia carta aos prefeitos de todo o País com uma cartilha e um CD elaborados pelo Sebrae que orienta sobre como fazer a inclusão de programas e ações de apoio aos pequenos negócios no Plano Plurianual (PPA) dos municípios para o período 2014-2017. O PPA municipal deve ser apresentado até o dia 31 deste mês.

Na correspondência, Afif Domingos recomenda a leitura do material para a inserção do tema nas prioridades da prefeitura. "Você encontrará as orientações necessárias e modelos de programas voltados à promoção do desenvolvimento dos pequenos negócios", aconselha. Cita que os prefeitos precisar buscar promover os empreendedores individuais, os produtores rurais de pequeno porte, os agricultores familiares e as micro e pequenas empresas.

"É a hora de fazer a diferença na história do seu município, fixando a marca de uma gestão empreendedora", recomenda a Cartilha PPA Municípios, elaborada pela Unidade de Políticas Públicas do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas). Para ter acesso à cartilha, clique aqui.

CNM torpedeia emendas parlamentares

O governo Dilma Rousseff ganhou um aliado de peso junto à opinião pública na tentativa inglória de barrar, nesta semana, a aprovação do orçamento impositivo às emendas parlamentares individuais. Hoje, o combativo presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, concede entrevista exclusiva para torpedear a proposta defendida pelo presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN). Na contramão da maioria congressista, o líder municipalista defende o fim das emendas parlamentares com a retirada de impressões digitais de políticos em recursos públicos. “Se um prefeito faz isso, vira ficha-suja”, disse Ziulkoski, em recente entrevista ao DCI. A matéria será votada nesta semana. 

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Recursos serão liberados para fomento de pesquisa científica
16/8/2013
Agrolink

O CNPq publicou, nesta semana, quatro editais de fomento à pesquisa pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT). Os editais estão no âmbito do Fundo Setorial de Agronegócio (CT-Agro) do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Neste fundo, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento é representado pela Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo (SDC).

O foco do CT-Agro é a capacitação científica e tecnológica nas áreas de agronomia, veterinária, biotecnologia, economia e sociologia agrícola, entre outras.

As chamadas recém abertas estão relacionadas às seguintes áreas temáticas:

Mudanças Climáticas: pretende selecionar propostas para apoio financeiro a projetos de pesquisa científica, tecnológica e de inovação que busquem contribuir para melhorar a capacidade brasileira de adaptação aos impactos e mitigação das mudanças climáticas atuais e futuras nas áreas de agropecuária, saúde humana e recursos hídricos.

As propostas aprovadas serão financiadas com recursos de R$ 18 milhões.

Insumos Agrícolas: visa fomentar apoio a projetos de pesquisa, de desenvolvimento e/ou de inovação tecnológica voltados para Insumos Agrícolas. As propostas aprovadas serão financiadas com recursos de R$10 milhões.

Produção Agropecuária Sustentável e Agroecologia: tem por objetivo selecionar propostas para apoio financeiro a projetos que visem contribuir para o desenvolvimento científico e tecnológico, voltados para a produção agropecuária sustentável. As propostas aprovadas serão financiadas com recursos de R$ 23,5 milhões.

Agregação de Valor às Cadeias Produtivas de Frutas e Lácteos: apoiarão projetos de pesquisa, de desenvolvimento e/ou de inovação tecnológica voltados para agregação de valor às cadeias produtivas de frutas e lácteos, como projetos de inovação tecnológica capazes de dirimir os gargalos associados às cadeias produtivas de frutas e produtos derivados do leite, entre outras áreas correlatas. As propostas aprovadas serão financiadas com recursos de R$ 10 milhões e para cada linha temática está previsto o financiamento de R$ 5 milhões.

O prazo de inscrição dos editais segue até o dia 23 de setembro. Os editais podem ser acessados no site do CNPq. 

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Prazo para abrir empresa deve cair para cinco dias
10/8/2013
O Globo

BRASÍLIA - O ministro-chefe da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos, disse ao GLOBO que o governo quer reduzir de até 180 dias para cinco dias o prazo de abertura de empresa no Brasil até o ano que vem. Uma força-tarefa está sendo montada para simplificar as regras que regem a vida dos micro e pequenos empresários e colocar o país, já no fim de 2014, na 30ª posição no ranking do relatório “Doing Business”, do Banco Mundial, no quesito abertura de empresas. Hoje, o Brasil ocupa o 121º, em 185 países pesquisados.

A primeira medida será a criação de um CNPJ único para as firmas, o que acabaria com a exigência de uma série de documentos, como inscrição estadual, municipal e números de protocolos de vigilância sanitária e do Corpo de Bombeiros, entre outros papéis. O ministro disse também que vai trabalhar para que todos os empresários, independentemente do setor, possam aderir ao regime diferenciado de tributação Simples Nacional, mesmo que isso implique discordâncias com o Ministério da Fazenda, que teme que a ampliação do benefício fiscal prejudique as contas públicas.

— O princípio nosso é que, para entrar no Simples, não importa a categoria, mas sim o tamanho da empresa, isto é, se fatura até R$ 3,6 milhões por ano. Hoje, os serviços estão praticamente fora do Simples — afirmou.

Outra preocupação da secretaria é com o fato de microempreendedores individuais, no momento em que se formalizam, passarem a pagar mais por contas que, originalmente, deveriam ser tarifadas pelas regras aplicadas a residências, e não ao comércio.

— O microempreendedor se inscreve e, ao ganhar o CNPJ, dá o endereço de sua casa. No dia seguinte, as contas de luz, água, telefone, IPTU, são cobradas com tarifas de pessoa jurídica. É um desincentivo à formalização — criticou.

A secretaria trabalha na construção do portal Empresa Simples, que funcionará como um grande balcão de atendimento. A expectativa é que, a partir do segundo semestre do ano que vem, ele permita a abertura e o fechamento de empresas online.

— O cidadão não vai mais precisar bater de porta em porta para fechar a empresa. Isso, no mundo digital, é possível. Os dados viajam, as pessoas não necessariamente — disse Afif.

Toda a estratégia da Secretaria da Micro e Pequena Empresa foi traçada a partir de um diagnóstico a respeito dos entraves para o ambiente de negócios no Brasil. O resultado, ao qual o GLOBO teve acesso com exclusividade, mostrou que as principais barreiras para o crescimento das micro e pequenas empresas são o custo incompatível para a abertura e fechamento de firmas e o peso excessivo das exigências estatais. Com dificuldade de inserção no mercado externo, crédito caro e carência de mão de obra qualificada, as empresas vivem, em média, apenas cinco anos. Todo esse ambiente, além de dificultar a geração de empregos, influencia o crescimento do PIB.

No último domingo, O GLOBO mostrou que o excesso de burocracia é entrave para abertura de negócios e para o crescimento do país, na opinião de 73% dos entrevistados em pesquisa encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) ao Ibope. 

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Emprego na indústria paranaense cresce 0,63% em junho
9/8/2013
Gazeta do Povo

O emprego nos setores industriais no Paraná cresceu 0,63% em junho, em relação ao mês anterior. O desempenho foi superior à alta registrada entre maio e abril, de 0,41%. As informações são da Pesquisa Industrial Mensal do Emprego e Salário (PIMES), divulgada nesta sexta-feira (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O segmento têxtil foi o que apresentou o maior crescimento em junho, com avanço de 13,74%, seguido pelos setores de máquinas e equipamentos (4,77%) e alimentos e bebidas (3,58%).

Por outro lado, os ramos de fumo (-17,54%), máquinas e aparelhos elétricos (-9,37), produtos de metal (-6,6%) tiveram o pior desempenho no mês pesquisado.

Segundo a sondagem, o crescimento de mão de obra nas indústrias paranaenses entre os seis primeiros meses do ano é de 1,1%, o que representa a pressão positiva mais importante, entre os estados pesquisados, durante o período.

Folha de pagamento real

A folha de pagamento real dos funcionários da indústria do Paraná aumentou, em média, 2,57% em junho, ante o mês anterior. Os trabalhadores em indústrias do setor têxtil tiveram o aumento mais significativo (16,84%), seguidos pelos ramos de fabricação de produtos da indústria da transformação (11,43%) e minerais não metálicos (7,26 %).

O acumulado em 12 meses do aumento nos salários da indústria do Paraná está em 5,59%.

Metodologia

A Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário é realizada mensalmente pelo IBGE em 14 locais, sendo 10 estados e quatro regiões. Fazem parte da pesquisa: regiões Norte e Centro-Oeste, Nordeste, Sudeste, Sul, Pernambuco, Ceará, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Os resultados de Norte e Centro-Oeste são somados e divulgados em um único índice. 

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Londrina tem queda na desigualdade de renda
14/8/2013
Gazeta do Povo

A desigualdade de renda em Londrina caiu em 6 pontos, passando de 0.57, em 2000, para 0.51, em 2010. Os dados foram medidos pelo índice Gini – método mundialmente usado para calcular a concentração de renda – que varia entre zero e um, quanto mais próximo de zero, menor a diferença entre ricos e pobres. A cidade apresenta situação melhor que o Brasil (0.60) e que o Paraná (0.53). Mas, no ranking dos 399 municípios do Estado, Londrina ocupa a posição 310. As cidades paranaenses que apresentaram os menores índices foram Nossa Senhora das Graças e Pitangueiras, com 0.33. Os dados foram levantados por estudo realizado pelo Ipea, Pnud e Fundação João Pinheiro; e integram o Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013.

Em Londrina, 80% dos mais pobres concentram 42,77% da renda enquanto 20% dos mais ricos detêm 57,23%. Em 2000, esses percentuais eram de 37,98% e 62,02%, respectivamente. A renda per capita passou de R$ 868,80, em 2000, para R$ 1.083,35, em 2010.

Políticas sociais

A assistente social Neusa Tiba aponta os programas de transferência de renda, associados aos trabalhos desenvolvidos pelos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS), como responsáveis pela redução da desigualdade. “As famílias são orientadas nestes serviços e mudam hábitos. Muitos acabam indo para capacitação profissional, entrando no mercado de trabalho. Os filhos vão para a escola”, afirma.

Neusa diz ainda que quanto mais as políticas públicas estão integradas, mais o município avança para a redução da diferença entre as classes sociais. “Melhora a qualidade de vida das pessoas e, consequentemente, têm mais possibilidades de melhorar a renda.”

Na análise do sociólogo Marco Rossi, os programas sociais foram importantes para reduzir a disparidade de renda. Contudo, incapazes de proporcionarem autonomia e crescimento humano. Segundo ele, o que se tem são pessoas com maior poder de consumo. Ele afirma que a desigualdade de renda tem sido combatida a partir desta perspectiva. “O que temos é uma redução do número de pessoas pobres e miseráveis. Elas passaram a consumir também bens-duráveis e estão se endividando. Esta é uma bolha que vai estourar”, diz. “Temos uma explosão de consumidores, mas não temos uma sociedade humanamente melhor. Isso é péssimo para o país”, afirma Rossi.

Investimentos

O sociólogo defende que à capacidade de compra deveria vir associada a investimento em educação e saúde, para que os mais pobres tivessem um crescimento humano. Na opinião de Rossi, apenas com melhor distribuição de renda, cobrança diferenciada de impostos de quem ganha mais, o Estado teria recursos suficientes para investir nestes setores. “Tivemos deslocamento de recursos do Poder Público para os mais pobres, mas não temos distribuição de renda.”

Município ainda precisa avançar para melhorar índice

Comparada com Maringá, Foz do Iguaçu e Ponta Grossa, cidades de porte semelhante, Londrina apresenta maior desigualdade de renda apenas que Maringá. O índice Gini do município do Noroeste em 2010 foi de 0.49; de Foz, 0.53; e de Ponta Grossa, 0.57. O de Londrina foi de 0.51.

Assim como Maringá, cidades na região de Londrina apresentam maior redução na desigualdade de renda. Em Rolândia e Ibiporã, o índice foi de 0.45 e em Cambé, 0.42.

O menor índice Gini alcançado foi na faixa de 0,33 a 0,39, em 40, dos 399 municípios paranaenses. Nossa Senhora das Graças e Pitangueiras apresentaram a menor diferença entre ricos e pobres.

Gestão competente

A assistente social Neusa Tiba afirma que conquistar um índice menor depende muito do trabalho dos gestores. “Mas, às vezes, os pequenos municípios podem ter mais possibilidades de planejar junto com a população a destinação dos recursos, o que torna essa aplicação mais coerente com as prioridades da cidade.”

No entanto, isso não é regra. Jardim Alegre, cidade pequena, apresenta a maior desigualdade de renda entre todos os municípios do Estado: 0.66. 

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Produção industrial do Paraná fecha semestre com alta
9/8/2013
Diário dos Campos

A Pesquisa Industrial Mensal Regional - Produção Física (PIM-PF), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostra que a produção da indústria do Paraná fechou o semestre com alta de 0,8% na comparação com os primeiros seis meses do ano passado, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (08/08).

Apesar da queda na passagem de maio para junho (-3%), o nível de produção industrial paranaense registrou forte recuperação no segundo trimestre de 2013, com expansão de 6,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. O resultado interrompeu três trimestres consecutivos de queda.

Em relação a junho de 2012, a produção industrial paranaense acelerou 4,4%, frente avanço de 3,1% do complexo nacional, sendo a terceira taxa positiva seguida nesse tipo de confronto. Dos 14 ramos pesquisados, dez tiveram alta.

Os principais destaques foram os setores de celulose (29,2%), impulsionado pelo aumento na produção de papel-cartão ou cartolina de outros tipos e papel kraft para embalagem; veículos automotores (16,1%), devido a maior fabricação de caminhões e caminhão-trator para reboques e semirreboques; e máquinas e equipamentos (14,8%), com maior produção de máquinas para trabalhar matéria-prima para fabricar pasta de celulose, eletroportáteis domésticos, tratores agrícolas, elevadores para o transporte de pessoas e refrigeradores.

No acumulado do primeiro semestre de 2013, a indústria brasileira cresceu 1,9%. Apesar do desempenho, o setor fabril do País sente os reflexos do encolhimento da demanda externa, provocada pela desaceleração da economia internacional, e também da queda do consumo, influenciada pela aceleração da inflação.

Segundo análise do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e social (Ipardes) há uma combinação de fatores que provoca acúmulo de estoques nas empresas, especialmente a redução das exportações e aumento nas importações.

“Além disso, o setor industrial também sente os reflexos da alta dos juros, que inibe investimentos”, afirma a economista Ana Silvia Martins Franco, do Ipardes. Ela avalia que os resultados registrados no segundo trimestre de 2013 sinalizam a recuperação dos níveis de produção da indústria paranaense.

Para Ana Silvia, a expansão do setor deve ser influenciada pelo aumento da renda do agronegócio estadual e o início da operação de empresas atraídas pelo Programa Paraná Competitivo, que já soma R$ 21 bilhões em investimentos para o Estado. 

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Três franquias são abertas por hora, diz pesquisa
12/8/2013
Exame PME

São Paulo – Foram instaladas 4.591 franquias até junho deste ano, o que equivale a 765 inaugurações por mês, 25 por dia ou três por hora útil. Nos últimos seis meses, 76 novas marcas franqueadoras chegaram ao mercado. É o que mostra a pesquisa semestral “Impacto do Franchising na Economia Brasileira - 1º semestre de 2013”, da consultoria Rizzo Franchise.

As franquias de alimentação especializadas, como bebidas, chocolates, churrascaria e salgados, foram as que mais ganharam novos franqueadores no primeiro semestre deste ano.

Saúde e beleza e negócios e serviços ocupam, respectivamente, o segundo e o terceiro lugar do ranking de crescimento no número de franqueadores.

Além disso, a pesquisa tem outro ranking que mostra quantos novos franqueados entraram no mercado. Nesse caso, quem ocupa a primeira posição é o setor de negócios e serviços, com a adesão de 873 novos franqueados.

Marcus Rizzo, sócio da Rizzo Franchise, afirma que o crescimento é consistente. “É um crescimento que tem sido gradativo nos últimos cinco anos. Para o mercado, ainda significa operações pouco consolidadas”, explica. 

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Braspag: Comércio eletrônico cresce 33% no Dia dos Pais
12/8/2013
Bem Paraná

O faturamento do comércio eletrônico cresceu de 33% nos dez dias úteis que antecederam o Dia dos Pais ante igual intervalo do ano passado, segundo informações da Braspag, empresa de pagamento eletrônico do grupo Cielo. O volume de compras online aumentou 15% no período e o tíquete médio subiu 16%, indo de R$ 402,79 em 2012 para R$ 465,34.

"Os dados são relativos ao volume de vendas consolidado e é um indicador muito significativo, pois estamos falando de tráfego efetivo de vendas, o checkout, e não de visitação das lojas", diz, em nota, o CEO da Braspag, Gastão Mattos.

Segundo a empresa, as maiores expansões no período ocorreram em Alimentos e Bebidas (237%), Eletro/Eletrônicos (143%), Hotelaria (123%) e Artigos de Telefonia e Telecomunicação (93%). 

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Comércio do Paraná cai em junho, mas fecha semestre em alta
13/8/2013
Gazeta do Povo

Mesmo com uma queda de 4,23% nas vendas de junho em relação a maio, o comércio do Paraná fechou o primeiro semestre de 2013 com alta de 7,59%, conforme levantamento realizado pela Federação do Comércio do Paraná (Fecomércio). A pesquisa, divulgada nesta segunda-feira (12), analisa 13 setores de vendas no varejo, em seis polos do estado.

Combustíveis (23,37%), supermercados (13,89%) e móveis e utilidades domésticas (10,83%) registraram os maiores crescimentos no acumulado dos seis primeiros meses. Por outro lado, apenas quatro setores apresentaram queda: lojas de departamentos (-10,94%), calçados (-4,44%), tecidos (-2,91%) e materiais de construção (-2,75%).

Já no desempenho de junho ante o mês de maio, os piores resultados foram registrados pelos setores de ótica (-35,5%), vestuário (-17,64%), cine-foto-som (-7,25%) e concessionárias de veículos (-6,75%). Nenhuma das áreas pesquisadas teve aumento nas vendas. As menores quedas nessa comparação ficaram com materiais de construção (-0,06%), lojas de departamentos (-0,66%) e farmácias (-0,82%).

Cidades e regiões

No acumulado até junho, a região com o melhor resultado do comércio é a Oeste (19,09%), seguida por Curitiba e Região (7,86%), Londrina (7,81%) e Ponta Grossa (6,12%). Maringá aparece com o pior desempenho no comércio, com queda de 3,75%. O segundo pior resultado é o de Foz do Iguaçu, com encolhimento de 1,93% nas vendas de janeiro a junho.

Na comparação entre junho e maio, apenas Maringá, entre os locais pesquisados, teve alta, de 0,76%, nas vendas. Foz do Iguaçu (-7,49%) lidera a lista da queda, seguida por Curitiba e região (-4,66%), Londrina (-4,1%), Ponta Grossa (-3,25) e Região Oeste. 

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Clima causa perdas de 5% na safra de grãos do Paraná
14/8/2013
Valor Econômico

SÃO PAULO - As chuvas de junho e as fortes geadas da segunda quinzena de julho no Paraná provocaram prejuízos de R$ 1,26 bilhão nas lavouras de trigo, de café e na segunda safra de milho (também chamada de “safrinha”). O cálculo foi divulgado nesta quarta-feira pelo Departamento de Economia Rural (Deral), vinculado à Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Estado.

Os agricultores paranaenses esperavam colher mais de 38,3 milhões de toneladas de grãos, mas esse valor deve ficar em 36,3 milhões de toneladas, queda de 5%. Ainda assim, seria uma colheita recorde.

A safra 2013/14 de café, estimada em 1,7 milhão de sacas, não terá prejuízos significativos em função das geadas. Mas, segundo o Deral, deve haver uma queda de 62% na colheita do próximo ciclo (2014/15), para 582 mil sacas, ante a previsão anterior de 1,54 milhão de sacas. O prejuízo no setor deve somar R$ 253 milhões.

Estima-se também a erradicação de cerca de 19% da área cafeeira, o que equivale a 16 mil hectares. As perdas foram intensas em todo o Estado, porém maiores nas regiões sul e oeste — o que deve aumentar a concentração da produção cafeeira no norte do Paraná.

No caso do trigo, 53% da área coberta com o cereal no Paraná estava em floração, frutificação ou começo de maturação quando as geadas vieram e, nestas lavouras, houve danos significativos. Os prejuízos estão estimados em R$ 728,8 milhões, com a previsão de perda de 954 mil toneladas.

Agora, a expectativa é que a produção paranaense de trigo será reduzida em 33% em relação à previsão inicial, de 1,94 milhão para 1,3 milhão de toneladas. As perdas da cultura estão concentradas nas regiões de Cascavel, Campo Mourão, Ivaiporã e Apucarana.

As geadas tiveram influência menos severa sobre os plantios de milho “safrinha”. Apenas 25% das lavouras do grão estavam na etapa mais suscetível ao efeito das baixas temperaturas, o equivalente a cerca de 388 mil hectares. O Deral estima que 960 mil toneladas da segunda safra serão perdidas, com prejuízo de R$ 278 milhões. O valor inclui as geadas, a estiagem e as doenças ocasionadas pelo excesso de chuvas em junho. Com isso, a projeção para a safrinha paranaense foi cortada em 8,6%, de 11,6 milhões para 10,6 milhões de toneladas.

As regiões mais atingidas foram Londrina, Jacarezinho e Cornélio Procópio. Ainda segundo o levantamento dos técnicos do Deral, o que mais preocupa os agricultores é a baixa qualidade do milho colhido, principalmente no oeste do Paraná.

(Mariana Caetano | Valor) 

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Faturamento das micro e pequenas empresas desacelera e cresce só 3,6% no 1º semestre
15/8/2013
Estadão PME

O faturamento das micro e pequenas empresas (MPEs) paulistas subiu 3,6% no primeiro no primeiro semestre do ano, na comparação com o mesmo período de 2012, já descontada a inflação. Apesar de positivo, o resultado representa uma desaceleração no ritmo de crescimento da receita, pois nos primeiros seis meses de 2012 a alta foi de 7,6% ante 2011, mostra pesquisa divulgada hoje pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-SP).

Neste ano, até junho, as micro e pequenas empresas faturaram R$ 268,6 bilhões. Só em junho a receita foi de R$ 43,5 bilhões, alta de 2,1% ante o mesmo mês do ano passado. Na comparação com maio, o resultado representa uma queda de 8,4%, ou R$ 4 bilhões.

"A desaceleração no primeiro semestre pode ser explicada pelo ritmo mais modesto de crescimento da atividade econômica em 2013 e pelas incertezas do setor, como a desvalorização cambial e o aumento da inflação, que afetam a situação dos pequenos negócios", disse, em nota, o diretor-superintendente do Sebrae-SP, Bruno Caetano.

A alta no faturamento foi maior no comércio (4,9%) no primeiro semestre. Na sequência vêm o setor de serviços (2,8%) e a indústria (1,4%).

O total de pessoal ocupado nas micro e pequenas empresas do Estado no primeiro semestre cresceu 0,8% ante o mesmo período de 2012. O rendimento real dos empregados cresceu 8,2% e o valor da folha de salários subiu 6,5%.

Expectativas. A expectativa de 55% dos proprietários de MPEs é de estabilidade no faturamento da empresa no segundo semestre. Quase metade (49%) espera manutenção do nível de atividade da economia, mas aqueles que esperam piora do cenário econômico eram 10% em julho de 2012 e agora somam 21% do total.

A pesquisa do Sebrae-SP é realizada mensalmente com a colaboração da Fundação Seade, com 2.716 entrevistas no Estado de São Paulo. 

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Entenda o que uma empresa fez para conquistar 5,7 milhões de fãs nas redes sociais em 6 meses
14/8/2013
Estadão PME

Só nos seis primeiros meses do ano, a Dafiti conquistou 5,7 milhões de fãs nas redes sociais, incluindo o Facebook, Twitter e YouTube. O número gera uma média de 950 mil fãs por mês ou 31,6 mil por dia. Os dados fazem parte do levantamento feito pelo indexSocial, ferramenta da agência de marketing Espalhe que monitora o desempenho das empresas nas redes.

E para colocar o e-commerce de moda no ranking das empresas com maior audiência nas redes sociais, o gerente de CRM e Social Media da Dafiti, Roberto Motta, aponta três estratégias da empresa. A primeira inclui a divulgação das redes sociais em diversos canais, como nas caixas dos produtos, folders e newsletters.

A empresa também faz anúncios no Facebook. "Dessa forma adquirimos sempre novos fãs interessados nos produtos da Dafiti ou simplesmente interessados em receber informações sobre moda, tendências e novidades", disse Motta, em nota.

A marca também prioriza o engajamento dos usuários. "A partir do momento que outros usuários curtem, compartilham ou comentam nos posts da Dafiti, essa comunicação aparece também na timeline dos amigos de nossos fãs, o que torna nossa divulgação maior ainda e de forma espontânea, o que é muito interessante", disse. A marca tem 4,4 milhões de fãs no Facebook e 18 mil seguidores no Twitter. 

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Microsoft aumentará preços de software no Brasil em setembro
15/8/2013
G1

A Microsoft Brasil confirmou que o preço de seus softwares será aumentado a partir do dia 1° de setembro. A companhia não quis informar o valor do aumento, nem a lista de produtos que terá o valor reajustado. Segundo a empresa, o objetivo é "equilibrar os custos incorridos nos últimos anos".

Segundo informações divulgadas a clientes por uma revenda da Microsoft, o aumento esperado é de aproximadamente 15% e deve incluir versões em "caixa" (Full Packaged Product) de produtos como o Office Professional, Windows Server, SQL Server e licenças do tipo GGS (para legalização de sistemas já instalados sem licença adequada). O valor dos produtos estaria estável há seis anos.

Atualmente, uma licença do pacote Office Professional custa R$ 900, enquanto cada licença do Windows Server Standard e do SQL Server custa cerca de R$ 2.500 por usuário.

"A Microsoft está realizando um alinhamento de preços para alguns produtos comercializados para empresas a partir de 1º. de setembro. Os objetivos desse alinhamento são equilibrar os custos incorridos nos últimos anos, bem como garantir os investimentos futuros no negócio", diz o comunicado da companhia enviado ao G1. 

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